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P: iPhone 7 travou

Olá, será que alguém pode me ajudar, por favor?

Eu estava mexendo no meu iPhone 7 e quando eu abri o Whatsapp, o iPhone travou!

E agora ele está aparecendo apenas a imagem de plano de fundo e o botão acessibilidade.

Alguns comandos ainda funcionam através do botão de acessibilidade, como a lanterna, consigo dar play e mudar de música e "capturar a tela".

 

Já tentei reiniciá-lo, mas não funcionou.

O que eu devo fazer? Levá-lo na assistência técnica?

 

Obrigada!

iPhone 7, iOS 10.0.3

Publicado em 7/11/2016 23:57

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A Revolução em xeque

“A revolução não será televisionada”, esse é o título de um documentário. Porém, a revolução já foi comercializada, e dá lucro pra caramba! Ela virou moda, roupa, calçado, botom, música, etc, só não virou realidade.

Há muito observo com contida indignação como o termo revolução serviu a propósitos bastante pragmáticos e muito pouco altruístas. Virou a roupa alternativa “contra o sistema” (roupa de grife e cara, muitas vezes), o discurso fácil do “está tudo errado” ou o mote oportunista do “vem pra rua“. Porém, revolução de fato, ah, essa manda lembranças e, sobretudo, saudade.

Revolução virou a camiseta do Che, porque afinal ela pega bem, ainda que muitos dos que a vestem nem sequer conhecem a história de Ernesto (Sim, era o nome do Che). Revolução virou algum “Revoltados Online“, a pretensa revolução 2.0, mais reacionária do que jamais o mais ortodoxo conservador poderia ter concebido, aliás, sonhado.

Virou vocábulo perdido, virou desde de “Vai pra Cuba” até “Fora Dilma“, enfim, Revolução virou a “Festa da Uva“, a mais caótica generalidade. Virou a mais célebre e desesperada órfan de nossa desesperadora imaturidade nacional. Sim, nossa, direita e esquerda.

Quando foi a última vez que você foi a voz representativa dos que não podem falar? Quando se levantou por quem não pode ter, ser ou estar? Quando foi a última vez em que a dor do desvalido foi a sua dor e quando a miséria do miserável o comoveu a tal ponto em que entendeu que a pobreza, na ampla maioria, não é toda, nem sequer destaque, fruto da preguiça? Quando foi a última vez em que você, ao invés de reclamar que o Brasil vive em “berço esplêndido“, deixou o seu próprio berço não pelo desconforto pessoal, mas pelo desconforto do invisível?

Faz tempo que a Guerra Fria acabou, mas ainda assim direita e esquerda, comunistas e capitalistas seguem como os termos bipolares, à revelia dos que sofrem. Ainda assim, existe a lógica totalitária do “se não está comigo, está contra mim“, esquecendo que há milhões que estão, simplesmente, sem ninguém, alheios, famintos de alimento e erudição, os verdadeiramente famintos, que perambulam pelas ruas e caem pelas esquinas, invisíveis, deliberadamente por nós, invisíveis. Ah, mas não são todos vagabundos?

Revolução não é a roupa alternativa, o discurso fácil, o “vem pra rua“, não é o interesse pessoal travestido de indignação coletiva. Me desculpem, mas Revolução é um compromisso e uma ação, constante, imorredoura, ela não para. Revolução é seguir mudando, descobrindo que sempre há o que mudar, é um pensamento que transforma. Revolução, esta sim, que me desculpe Darwin, é a grande evolução.

Revolução é não contentar-se pela condição subalterna, é não aceitar e se levantar não apenas contra a ausência dos direitos mas, especialmente, contra a dificuldade do acesso a eles.

Sim, se a Revolução não for pelo outro, então ela não será por ninguém e portanto, não será revolução, será apenas o Império do “Eu Sozinho” e nunca a vitória da humanidade sobre a humanidade, a vitória do direito e do acesso sobre o lobo hobbesiano.

A maior de todas as revoluções: a vitória do desvalido como alegria sincera nossa. 

Se conseguirmos isso, nossa geração terá razões de sobra para orgulhar-se perante aquelas vindouras. Do contrário, teremos perdido a história, o tempo, e a nós mesmos.

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